domingo, 11 de julho de 2010

Ode à alegria.

Um dia abrimos os olhos
E deixamos de ver tudo negro,
Espantamos todo o medo,
Que outrora nos assombrava.


Choramos de alegria,
Viajamos sem destino
Rimos sem razão;
Sentimos o bater do coração,
Que pensávamos estar adormecido!


Um dia damos por nós a esquecer
A pensar menos no futuro
Mais no presente,
A não nos desdizer, 
A não nos preocuparmos tanto
Somente  a viver!


Percorro o meu caminho
Aqui e agora
Sem vislumbrar a distância [que hoje nos separa
Mas, um dia,  nos unirá!

5 comentários:

m disse...

Leio-te e é como se 'me' lesse; transportas essas palavras que eu tenho cá dentro mas que não exprimo! adoro meu bem :)

SusanaPacheco. disse...

obrigada querida!

Deixa que te diga que sempre me identifico (e muito) com os teus textos. Temos sempre um pouco de nós nos outros. ;)*

Nobody Knows disse...

Continuo a ser um leitor exemplar da tua original forma de escrever.

Entendo perfeitamente esse sentimento de alivio que ao acordar nos faz ver a realidade!
É algo que me aconteceu, recentemente, deixei de me sentir enraizado a um passado que me seguia, para viver apaixonadamente pela vida. Sem quaisquer receios ou medos. Apenas alegria!

PS: Excelente escolha para o titulo!

Sephiny disse...

Eh lá, Susaninha! Muito bem, finalmente poesia alegre vinda de ti! Estou a gostar =)
Venham mais, venham mais!

Tiago da Bernarda disse...

a alegria que desperta sem sentido. é um pouco alucinogénica, mas é sempre bem vinda.