sexta-feira, 11 de maio de 2012

O calor fragmenta-se como a esperança

Já perdi a conta aos meses em que esperei pelos ventos de mudança
Era tempo de calor, mas agora, o calor fragmenta-se como a esperança.

Quem me pediu prudência não errava.
Quem me disse: "esquece o passado", tinha toda a razão
Mas nada mente tão bem, como as mestrias do coração.

É tempo de avançar,
Ninguém esperou pela hora combinada.
Para sempre só eu, num café, numa esplanada.
À espera de ti? não. à espera do nada.

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