sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O fulgor das rosas

Muitos dias já passaram,
Muitas noites também...
Choros contidos e lágrimas,
Mas há momentos em que tudo vem.

Rios de esperança,
Tempestades ruidosas.
Não conseguiram derrubar
O fulgor das belas rosas.

O orvalho da manhã
Caiu precipitado.
O meu sentimento vagueia pelo teu,
Num silêncio sublimado.

Ser mais que isto não sei,
Alcançar o céu eu não consigo.
Fico-me pelo sonho e sonhei
Que um dia despertarás comigo.

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