sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Crepúsculo da amizade

És tu:
depois da lua cheia,
depois da chuva matinal,
depois do riso e da recusa,
depois do "nunca" visceral.

És tu, amor, és tu.
Que ficas sempre,
E não deixas nada.
Que me fazes ver
E ficar acordada.

És tu, amor, que agora não vês,
Nem sabes que sinto de verdade
Pensas que te deixei a sós
No crepúsculo da amizade?

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