quarta-feira, 23 de março de 2011

(des)acredito a política



Porque o sentido comum está perdido,
Nas suas palavras há só o "eu".
Querem lutar, mas deixam vencido,
O pobre que sempre perdeu.

Porque prometem, blasfemando,
Quem neles acredita e flameja.
Porque seguem rindo e não chorando,
Daquelas vidas que perdidas andam...

Que destino é este?
Quem o faz afinal?
Estarei eu cega como tu?
Ó mãe,
Ó justiça,
Ou mendiga do metal?

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